Ginecologia

Esta reportagem, transcria do blog Boa Saúde, se condena pelo visível desconhecimento de neuroanatomia. Fala em “controle do nervo simpático”. Qual nervo simpático? Não existe um nervo simpático, mas sim um sistema nervoso simpático, constituído de milhares de nervos e sinápses neuronais.

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Qual será a altura da sua filha?
15 de junho de 2009 | Autor:

 

Um artigo publicado no UOL Saúde ensina como calcular a estatura final das crianças quando adultos, usando-se a fórmula matemática de um pediatra britânico que na década de 60 criou a Fórmula de Tanner, capaz de calcular quantos centímetros o pequeno vai atingir no futuro, mas não é bem assim… Leia mais…

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Apesar de historicamente presente no cotidiano brasileiro, a prostituição ainda não dispõe de uma política de cidadania em volta da questão. Essa é a constatação da psicóloga Luciene Jimenez, do Centro de Referência de DST/HIV da cidade de Diadema, na Grande São Paulo. Em sua pesquisa realizada durante quatro anos pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Luciene constatou que falta espaço para a cidadania. “A epidemia de sífilis foi o principal motivo para a criação de políticas de saúde para essa população. As ações estavam pautadas sobre o agente de transmissão da doença e não consideravam as pessoas envolvidas”, afirmou. Leia mais…

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Isso é óbvio e lógico. Qualquer um com um mínimo de conhecimento em bioquímica sabe que anticoncepcional tem estrogênio, que é antagonista da testosterona, o hormônio masculino e responsável pelo desenvolvimento da musculatura. Leia mais…

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O uso de um gel vaginal se mostrou promissor como método de prevenção ao vírus HIV, segundo resultados de testes clínicos conduzidos na África e nos EUA. O germicida, chamado PRO 2000, produzido pelo laboratório Indevus Pharmaceuticals, foi eficaz para aproximadamente 30% das participantes de estudo. Leia mais…

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Vem aí mais uma CPI espalha fumaça. Aborto é uma questão de saúde e diz respeito apenas às mulheres e aos médicos, e não a politiqueiros canalhas que fazem qualquer coisa para distrair a opinião pública. Leia mais…

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Esse arcebisto burro e assassino, pois dá legalidade e apoio a um crime cometido contra esta menina, devia ser processado nos termos do Estatuto da Criança e da Adolescência por maltratar criança e ainda, por incitar o crime, pois parece que ele apóia o ato do padrasto, ao excomungar todos os que apoiaram o aborto praticado, preventivamente, pelo médico, objetivando salvar a menina da morte, pois uma gravidez gemelar aos nove anos de idade é uma sentença de morte. Leia mais…

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O melhor castigo para qualquer criminoso, inclusive para  um maníaco sexual, não é castração, linchamento público, pena de morte e outras medidas extremas, mas sim, solitária. Prisão perpétua em uma cela pequena e sem companhia. A maioria esmagadora dos suicídios acontecem devido a solidão. Prendam este maníaco em uma cela solitária e deixem-no morrer lá dentro.
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Referências bibliográficas
18 de fevereiro de 2009 | Autor:

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Vulvite
18 de fevereiro de 2009 | Autor:

Dependendo do agente etiológico, a inflamação da vulva pode aparecer sob diversas formas clínicas.

Vulvite séptica – é causada por bactérias sépticas, determinando a infecção das glândulas anexas (bartholinite e skenite) ou abscesso dos lábios menores do pudendo.

Abscesso de grande lábio

Vulvite aftosa – provavelmente de etiologia virótica ou bacteriana, determina lesões sob a forma de pequenas vesículas ulceradas ou lesões extensas com exudato.

Vulvite aftosa

Úlcera de Lipschütz – apresenta-se sob a forma de úlceras recobertas de secreção purulenta. Sua etiologia é discutível, sendo atribuído ao “Bacillus crassus”.

Úlcera de Lipschültz

Vulvite herpética – causada por herpes-vírus, apresenta-se sob a forma de úlceras múltiplas e confluentes, provocando adenite inguinal.

Herpes genital em adolescente

Vulvite diabética – conseqüente às diabetes melitus, acomete as formações labiais sob a forma de eczema e prurido intenso.

Vulvite sifilítica – seu período primário se traduz pelo cancro duro, e o secundário, pelos condilomas planos, que são pápulas numulares de aspecto hipertrófico.

Vulvite sifilítica

Vulvite verrucosa – o condiloma acuminado, com seu crescimento, pode apresentar aspecto tumoral exofítico (figura 32). A doença causada por vírus, e seu desenvolvimento favorecido pelas condições locais de calor e umidade.

Condiloma acuminado

Molluscum contagioso


Liquen esclero-atrófico – faz parte do quadro das distrofias vulvares crônicas, podendo constituir substrato de inflamações de natureza inespecífica ou micótica. Apresenta-se com aspecto de placas brancas, confluentes e pruriginosas

Líquen esclero-atrófico

Outros casos de Líquen esclero-atrófico:

Líquen esclero-atrófico

Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas (pequenos lábios) – a erosão da mucosa de revestimento dos lábios menores têm, provavelmente causa inflamatórias, e se ocorre nos primeiros anos de vida, provoca o acolamento dos lábios menores na linha median (figura 34).

Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas

Outros casos de aderência labial:

Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas

Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas

Secreção sebácea da vulva:

Secreção sebácea

Diagnóstico
As diversas formas de vulvite ocasionam irritação do tegumento cutâneo- mucoso da vulva. Tal irritação produz alguns sintomas: dor, disúria, ardor e prurido.

A inspeção nos órgãos genitais externos deve ser feita, em certos casos, com o auxílio de lupa, para se avaliar melhor verificação do aspecto das lesões. Frequentemente é necessária a colaboração do dermatologista, para o diagnóstico das lesões da vulva. O seguintes exames complementares podem ser realizados:
– exame microscópico direto do raspado das lesões.
– exame microscópico em campo escuro.
– cultura das secreções.
– reações sorológicas para diagnóstico de lues.
– dosagem de glicemia.
– pesquisa de glicosúria.
– biópsia.

Tratamento
É variável, dependendo do agente etiológico.

Vulvite aftosa, úlcerativa séptica – cuidados de higiene local pela aplicação de sabões neutros ou desinfetantes. Administração de antibiótico de largo espectro, por via oral ou parenteral. Em caso de abscesso, drenagem cirúrgica.

Vulvite por herpes-vírus – não há tratamento específico para este tipo de vulvite. Recomenda-se o uso de Zovirax tópico, oral ou parenteral, conforme a gravidade do caso.

Vulvite diabética – trata-se a diabete e, havendo infecção local por fungos, aplica-se violeta de genciana, em solução aquosa a 2%, três vezes por semana, no total de seis aplicações.

Vulvite verrucosa – aplicações de podofilina em solução oleosa a 25%, ou exérese cirúrgica, com bisturi elétrico, se as lesões forem grandes e confluentes.

Liquen esclero-atrófico – Recomenda-se aplicação local de corticóides, sob a forma de cremes. Estas lesões tendem a melhorar ou desaparecer na puberdade.

Aglutinação das ninfas – se o acolamento é frouxo, a simples tração lateral das formações labiais separa as ninfas. Seguem-se aplicações locais de crime de estrogênio, durante quinze dias, para facilitar a reepitelização. Se o acolamento é firme, a aplicação do creme de Estrogênios, por quinze dias, deve anteceder a manobra descrita acima. Esta medida facilita a resolução do processo.

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