{"id":19198,"date":"2013-09-22T17:43:48","date_gmt":"2013-09-22T17:43:48","guid":{"rendered":"http:\/\/antonini.med.br\/blog\/?p=19198"},"modified":"2022-02-15T02:40:48","modified_gmt":"2022-02-15T02:40:48","slug":"dicas-l-desastres-no-gnulinux","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonini.psc.br\/?p=19198","title":{"rendered":"[Dicas-L] Desastres no GNU\/Linux"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Colabora\u00e7\u00e3o: Rubens Queiroz de Almeida<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Data de Publica\u00e7\u00e3o: 23 de novembro de 2012<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta semana abordamos diversos t\u00f3picos relativos \u00e0 seguran\u00e7a do usu\u00e1rio root. Sistemas Unix, e consequentemente, sistemas GNU\/Linux, possuem a filosofia de pensar que o usu\u00e1rio sabe o que est\u00e1 fazendo. Por exemplo, nenhum dos comandos do sistema solicita confirma\u00e7\u00e3o. Se voc\u00ea, como root, digitar:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>rm -rf \/ <\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele cumprir\u00e1 suas ordens sem a menor hesita\u00e7\u00e3o, apagando todo o sistema. Afinal de contas, voc\u00ea sabe o que est\u00e1 fazendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais tarde, foi introduzido na maior parte dos comandos mais perigosos a diretiva &#8220;-i&#8221; que sinaliza que as ordens devem ser executadas de forma interativa, ou seja, voc\u00ea precisar\u00e1 fornecer sua autoriza\u00e7\u00e3o a cada passo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alguns sistemas criam alias para os comandos mais perigosos, como rm, colocando automaticamente esta diretiva. Administradores mais experientes acham isto um estorvo, e frequementemente desabilitam esta op\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas desastres acontecem, mesmo com os mais experientes e confiantes. Vejamos alguns desastres famosos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>rm -rf \/ home\/usuario <\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vejam que interessante, um espa\u00e7o em branco inserido depois da primeira barra do diret\u00f3rio que se quer remover, fez que com o sistema inteiro fosse apagado. O comando acima remove o diret\u00f3rio raiz (\/) e em seguida o diret\u00f3rio home\/usuario. Certamente n\u00e3o foi o que se queria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>rm -rf ~ \/*.out <\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este comando \u00e9 tamb\u00e9m cl\u00e1ssico. O usu\u00e1rio queria apagar, de seu diret\u00f3rio $HOME, todos os arquivos terminados em .out. Novamente, o espa\u00e7o em branco fez com que o seu diret\u00f3rio inteiro fosse apagado (~). Melhor ter o backup em dia <img decoding=\"async\" alt=\"Smile\" src=\"http:\/\/antonini.com.br\/portal\/modules\/Forums\/images\/smiles\/icon_smile.gif\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E finalmente, quando trabalhando com m\u00faltiplas m\u00e1quinas, voc\u00ea, na pressa, remove um monte de arquivos da m\u00e1quina errada. Isto \u00e9 bem mais comum do que se pensa. Vale a pena pensar em um sistema de cores para identificar, sem sombra de d\u00favida, onde voc\u00ea est\u00e1. Por exemplo, voc\u00ea pode definir as m\u00e1quinas de produ\u00e7\u00e3o com fundo vermelho, as m\u00e1quinas de teste com fundo azul, e assim por diante. Mas este \u00e9 um assunto para uma pr\u00f3xima dica.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">[<a href=\"javascript:history.go(-1)\">Voltar<\/a>]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o: Rubens Queiroz de Almeida Data de Publica\u00e7\u00e3o: 23 de novembro de 2012 Esta semana abordamos diversos t\u00f3picos relativos \u00e0 seguran\u00e7a do usu\u00e1rio root. Sistemas Unix, e consequentemente, sistemas GNU\/Linux, possuem a filosofia de pensar que o usu\u00e1rio sabe o que est\u00e1 fazendo. Por exemplo, nenhum dos comandos do sistema solicita confirma\u00e7\u00e3o. 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