{"id":22029,"date":"2014-04-16T00:01:18","date_gmt":"2014-04-16T00:01:18","guid":{"rendered":"http:\/\/antonini.med.br\/home\/?p=22029"},"modified":"2022-02-15T02:39:30","modified_gmt":"2022-02-15T02:39:30","slug":"pesquisa-alerta-para-risco-da-febre-do-chikungunya-se-espalhar-nas-americas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonini.psc.br\/?p=22029","title":{"rendered":"Pesquisa alerta para risco da febre do chikungunya se espalhar nas Am\u00e9ricas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s causar epidemias na \u00c1sia, \u00c1frica, Europa e Caribe, o v\u00edrus chikungunya tem grande possibilidade de se espalhar pelo Brasil e por outros pa\u00edses das Am\u00e9ricas, segundo um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC\/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur. A pesquisa, publicada no Journal of Virology, revela que em cidades populosas como o Rio de Janeiro, onde h\u00e1 grande infesta\u00e7\u00e3o de mosquitos Aedes aegypti, um dos vetores da doen\u00e7a, o risco de dissemina\u00e7\u00e3o \u00e9 muito alto.<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o pesquisador do Laborat\u00f3rio de Hematozo\u00e1rios do IOC e coordenador do estudo, Ricardo Louren\u00e7o, a preocupa\u00e7\u00e3o no continente americano cresceu depois que casos suspeitos da febre do chikungunya foram identificados na ilha de Saint Martin, no Caribe, em dezembro de 2013. \u201cDesde 2004, o v\u00edrus vem se alastrando pelo mundo e j\u00e1 houve registro de casos importados no Brasil, envolvendo pessoas que viajaram para outros pa\u00edses. A transmiss\u00e3o da doen\u00e7a em solo brasileiro ainda n\u00e3o ocorreu, mas a pesquisa rec\u00e9m conclu\u00edda revela que h\u00e1 um risco real e \u00e9 preciso agir para evitar uma epidemia grave, uma vez que os mosquitos transmissores s\u00e3o os mesmos da dengue\u201d, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo comprova, pela primeira vez, que os mosquitos Aedes aegypit e Aedes albopictus de dez pa\u00edses do continente americano s\u00e3o altamente capazes de transmitir chikungunya. Por\u00e9m, a maior efici\u00eancia para disseminar a doen\u00e7a foi encontrada nos vetores da Am\u00e9rica Latina, com destaque para o Rio de Janeiro. Em uma das popula\u00e7\u00f5es de Aedes albopictus da cidade, foi identificado que 96,7% dos insetos passaram a transmitir o v\u00edrus uma semana ap\u00f3s ter ingerido sangue contaminado. Por\u00e9m, o v\u00edrus pode ser transmitido pela picada de mosquitos do Rio de Janeiro apenas dois dias depois dos mosquitos terem sido infectados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sintomas semelhantes ao da dengue<\/strong><br \/>\nN\u00e3o existe vacina, nem rem\u00e9dio espec\u00edfico contra o chikungunya. O tratamento da doen\u00e7a consiste em hidrata\u00e7\u00e3o e uso de medicamentos para aliviar os sintomas semelhantes aos da dengue, incluindo, ainda, fortes dores nas articula\u00e7\u00f5es que podem perdurar por v\u00e1rios dias. Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade, complica\u00e7\u00f5es graves s\u00e3o raras, mas em pessoas idosas, a infec\u00e7\u00e3o pode contribuir para a morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o especialista, o controle da doen\u00e7a depende do combate aos mosquitos. \u201cAl\u00e9m da dengue, que \u00e9 um risco constante no Brasil, h\u00e1 agora um novo motivo para as autoridades e a popula\u00e7\u00e3o refor\u00e7arem as a\u00e7\u00f5es contra os mosquitos vetores, que s\u00e3o os mesmos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: IOC\/Fiocruz<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">[<a href=\"javascript:history.go(-1)\">Voltar<\/a>]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s causar epidemias na \u00c1sia, \u00c1frica, Europa e Caribe, o v\u00edrus chikungunya tem grande possibilidade de se espalhar pelo Brasil e por outros pa\u00edses das Am\u00e9ricas, segundo um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC\/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur. A pesquisa, publicada no Journal of Virology, revela que em cidades populosas como o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[27],"tags":[],"class_list":["post-22029","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22029","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=22029"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22029\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24288,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/22029\/revisions\/24288"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=22029"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=22029"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=22029"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}