{"id":26916,"date":"2009-06-29T12:05:00","date_gmt":"2009-06-29T12:05:00","guid":{"rendered":"http:\/\/antonini.med.br\/blog\/?p=4945"},"modified":"2022-02-15T03:28:42","modified_gmt":"2022-02-15T03:28:42","slug":"uma-breve-historia-do-linux-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonini.psc.br\/?p=26916","title":{"rendered":"Uma breve hist\u00f3ria do Linux"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><!--more-->O sistema operacional \u00e9 o respons\u00e1vel por ativar todos os perif\u00e9ricos e criar o ambiente sobre o qual todos os outros programas rodam. \u00c9 ele o respons\u00e1vel por reservar processamento suficiente para que o MP3 que voc\u00ea est\u00e1 ouvindo em background continue sendo tocado mesmo quando voc\u00ea precisa abrir outro aplicativo pesado, ou por transferir programas e bibliotecas sem uso para a mem\u00f3ria virtual quando a mem\u00f3ria principal est\u00e1 toda ocupada, por exemplo. Isso faz com que o trabalho do sistema operacional seja uma atividade ingl\u00f3ria, j\u00e1 que voc\u00ea s\u00f3 se lembra dele quando alguma coisa d\u00e1 errado. :)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>Para a tristeza de alguns e alegria de outros, o Windows \u00e9 o sistema operacional mais usado em desktops, o que faz com que ele seja a plataforma mais familiar para a maioria. Muitas tarefas s\u00e3o complicadas (experimente tentar encontrar drivers para alguma placa-m\u00e3e antiga, por exemplo), mas como muita gente usa e muitos passam pelos mesmos problemas, acaba existindo uma rede de suporte em torno do sistema, que torna f\u00e1cil conseguir ajuda.<\/div>\n<div>O dom\u00ednio da Microsoft na \u00e1rea de sistemas operacionais come\u00e7ou em 1981, com o lan\u00e7amento do primeiro PC e da primeira vers\u00e3o do MS-DOS. Embora n\u00e3o tivesse nada de especial com rela\u00e7\u00e3o a outros sistemas da \u00e9poca, o DOS cresceu em popularidade junto com os PCs, seguido pelas diversas vers\u00f5es do Windows. Apesar disso, a Microsoft \u00e9 uma p\u00e1gina recente na hist\u00f3ria da inform\u00e1tica. Enquanto o MS-DOS ainda dava seus primeiros passos, o Unix j\u00e1 era um sistema maduro, usado na maioria dos computadores de grande porte e em esta\u00e7\u00f5es de trabalho. A hist\u00f3ria do Unix come\u00e7a em 1969, na frente de um computador igual a este:<\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/heinzpechner.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/zz-modelo_html_m413f79f3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-8075\" title=\"zz-modelo_html_m413f79f3\" src=\"http:\/\/heinzpechner.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/zz-modelo_html_m413f79f3.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"328\" \/><\/a><\/div>\n<div>Este \u00e9 um PDP-7, um minicomputador da d\u00e9cada de 60 que possu\u00eda apenas 8 kbytes de mem\u00f3ria RAM e utilizava fitas magn\u00e9ticas para armazenamento dos dados. Hoje em dia, qualquer agenda eletr\u00f4nica ou celular possui muito mais mem\u00f3ria e poder de processamento do que ele, mas na \u00e9poca ele era um equipamento relativamente poderoso, que custava US$ 72.000.<\/p>\n<p>Devido \u00e0s pesadas limita\u00e7\u00f5es da m\u00e1quina, o sistema operacional deveria ser extremamente enxuto e otimizado, de forma a extrair o m\u00e1ximo de desempenho e consumir o m\u00ednimo poss\u00edvel de mem\u00f3ria. A combina\u00e7\u00e3o da criatividade dos desenvolvedores, a necessidade e as limita\u00e7\u00f5es impostas pelo equipamento, resultaram em um sistema bastante otimizado e elegante. Muitas das id\u00e9ias surgidas nesta \u00e9poca continuam sendo usadas at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>O Unix evoluiu durante a d\u00e9cada de 1970, passando a ser usado em cada vez mais equipamentos e ganhando mais recursos. Quase sempre ele era usado em aplica\u00e7\u00f5es \u201cs\u00e9rias\u201d, incluindo instala\u00e7\u00f5es militares, bancos e outras \u00e1reas onde n\u00e3o existe margem para falhas. Devido a tudo isso o sistema se tornou muito robusto e est\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os primeiros sistemas Unix foram desenvolvidos de forma colaborativa, dentro de universidades e centros de pesquisas. Embora naquela \u00e9poca ainda n\u00e3o existisse a Internet como a conhecemos hoje, existia uma grande colabora\u00e7\u00e3o entre os desenvolvedores. Isso mudou na d\u00e9cada de 1980, quando empresas como a AT&amp;T, Sun e SCO, que detinham os direitos sobre o sistema, passaram a desenvolver vers\u00f5es propriet\u00e1rias e a concorrerem entre si. A colabora\u00e7\u00e3o deixou de acontecer e a plataforma foi fragmentada em vers\u00f5es incompat\u00edveis.<\/p>\n<p>Outro fator importante foi a falta de investimentos em vers\u00f5es destinadas a micros PCs. Na \u00e9poca, os PCs eram vistos como computadores muito limitados, incapazes de rodar sistemas Unix completos (lembre-se de que estou falando do in\u00edcio da d\u00e9cada de 1980, quando ainda eram usados micros XT e 286). Somados, estes dois fatores fizeram com que a plataforma definhasse, deixando o caminho livre para o crescimento da Microsoft e das diferentes vers\u00f5es do Windows. Chegamos, ent\u00e3o, ao Linux.<\/p>\n<p>Tudo come\u00e7ou em 1991, quando Linus Torvalds come\u00e7ou a trabalhar no desenvolvimento de um sistema Unix para rodar em seu 386. Na \u00e9poca, o \u00fanico sistema similar era o Minix, um sistema para uso acad\u00eamico, que era bastante limitado. No in\u00edcio, Linus usava o Minix para rodar o editor, compiladores e outras ferramentas de desenvolvimento que usava para desenvolver o Linux, mas, a partir de um certo ponto, ele passou a usar o pr\u00f3prio Linux. Ou seja, depois de um breve per\u00edodo de encuba\u00e7\u00e3o dentro do Minix, o Linux passou a ser desenvolvido dentro do pr\u00f3prio Linux. :)<\/p>\n<p>De in\u00edcio, o Linux era um projeto muito pequeno, o hobby de um \u00fanico programador. Entretanto, ele tinha uma grande vantagem em rela\u00e7\u00e3o aos sistemas UNIX que o precederam: o simples fato de ser disponibilizado sob a licen\u00e7a GPL. Isso permitiu que outros programadores adotassem o projeto, passando a contribuir com melhorias e corre\u00e7\u00f5es. Subitamente, toda a demanda acumulada em rela\u00e7\u00e3o a um sistema Unix para micros PC foi canalizada em torno do Linux, fazendo com que o sistema passasse a crescer em um ritmo cada vez mais acelerado, chegando ao que temos nos dias de hoje.<\/p>\n<p>A licen\u00e7a GPL, t\u00e3o comentada, mas ao mesmo tempo t\u00e3o mal-compreendida, pode ser resumida em 4 direitos b\u00e1sicos e uma obriga\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>1- Aplicativos disponibilizados sob a GPL podem ser usados por qualquer um e para qualquer fim, sem limita\u00e7\u00f5es. Mesmo que eventualmente os criadores mudem de id\u00e9ia e resolvam passar a distribuir novas vers\u00f5es do programa sob outra licen\u00e7a, as vers\u00f5es que foram distribu\u00eddas sob a GPL continuam dispon\u00edveis, o que permite que outros desenvolvedores criem uma deriva\u00e7\u00e3o e continuem o desenvolvimento. Isso traz uma boa dose de seguran\u00e7a para quem usa o aplicativo, j\u00e1 que reduz a chance de ele ser descontinuado e deixar de estar dispon\u00edvel. Enquanto houver um volume consider\u00e1vel de usu\u00e1rios, \u00e9 bem prov\u00e1vel que o desenvolvimento continue, de uma forma ou de outra.<\/p>\n<p>2- Direito de tirar c\u00f3pias do programa, distribu\u00ed-las ou at\u00e9 mesmo vend\u00ea-las a quem tiver interesse. Existe a possibilidade de ganhar algum dinheiro vendendo CDs gravados, por exemplo, mas como todo mundo pode fazer a mesma coisa, \u00e9 preciso vender por um pre\u00e7o relativamente baixo, cobrando pelo trabalho de grava\u00e7\u00e3o e n\u00e3o pelo software em si, que est\u00e1 largamente dispon\u00edvel.<\/p>\n<p>Isso faz com que a forma mais eficiente de ganhar dinheiro seja prestar suporte e vender servi\u00e7os de personaliza\u00e7\u00e3o e n\u00e3o venda direta, como no caso dos softwares comerciais. Para o cliente acaba sendo vantajoso, pois o custo de implanta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 o gasto com a consultoria e treinamentos, enquanto ao implantar um software comercial qualquer ele gastaria tamb\u00e9m com as licen\u00e7as de uso.<\/p>\n<p>3- Direito de ter acesso ao c\u00f3digo fonte do programa, fazer altera\u00e7\u00f5es e redistribu\u00ed-las. Para um programador este \u00e9 o principal atrativo, j\u00e1 que permite criar novos projetos usando como base o c\u00f3digo fonte de programas j\u00e1 existentes ao inv\u00e9s de ter sempre que come\u00e7ar do zero, sem falar na grande oportunidade de aprendizado que examinar o c\u00f3digo fonte dos programas dispon\u00edveis propicia.<\/p>\n<p>4- Direito (e ao mesmo tempo a obriga\u00e7\u00e3o) de redistribuir as modifica\u00e7\u00f5es feitas. Este \u00e9 o ponto onde existem mais mal-entendidos. Se voc\u00ea desenvolve um software por hobby, ou por us\u00e1-lo internamente na sua empresa, e n\u00e3o possui interesse em explor\u00e1-lo comercialmente, voc\u00ea pode simplesmente divulgar o c\u00f3digo fonte para todo mundo, o que \u00e9 o caminho mais l\u00f3gico se voc\u00ea pretende atrair outros interessados em ajud\u00e1-lo no desenvolvimento. Mas, caso voc\u00ea pretenda receber pelo seu trabalho de desenvolvimento, existem duas op\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>a) Voc\u00ea pode distribuir o software livremente para aumentar a base de usu\u00e1rios e ganhar vendendo suporte, treinamentos e personaliza\u00e7\u00f5es ou:<\/p>\n<p>b) Voc\u00ea s\u00f3 \u00e9 obrigado a distribuir o c\u00f3digo fonte a quem obt\u00e9m o software, de forma que voc\u00ea pode trabalhar batendo de porta a porta, vendendo o software para alguns clientes espec\u00edficos e fornecendo o c\u00f3digo fonte apenas para eles. N\u00e3o existe nada de errado com este modelo, mas voc\u00ea perde a possibilidade de ter contribui\u00e7\u00f5es de outros desenvolvedores, o que pode ser ruim a longo prazo.<\/p>\n<p>Os softwares distribu\u00eddos sob a GPL tamb\u00e9m n\u00e3o \u201ccontaminam\u201d softwares comerciais ou de outras licen\u00e7as no caso de distribui\u00e7\u00e3o conjunta. Por exemplo, uma revista pode distribuir alguns softwares GPL no meio de um monte de aplicativos fechados na mesma edi\u00e7\u00e3o. Os softwares GPL continuam sendo GPL, com todas regras que vimos acima, enquanto os softwares comerciais continuam sendo fechados. A revista deve incluir o c\u00f3digo fonte dos aplicativos GPL (ou pelo menos a informa\u00e7\u00e3o de como obt\u00ea-los via internet), mas naturalmente n\u00e3o precisa fazer o mesmo com os outros aplicativos inclu\u00eddos no CD.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode tamb\u00e9m usar algum software GPL em conjunto com o seu aplicativo comercial, desenvolvendo um aplicativo qualquer que utiliza o Postgree SQL (um servidor de banco de dados), por exemplo. O Postgree SQL continua sendo GPL e o seu aplicativo continua sendo fechado; qualquer um pode usar e tirar c\u00f3pias do Postgree SQL, mas voc\u00ea controla a distribui\u00e7\u00e3o do seu aplicativo. Uma coisa n\u00e3o interfere com a outra.<\/p>\n<p>Ou seja, muito embora muitos vejam a GPL como algum tipo de licen\u00e7a comunista, que diz que todos os programadores devem fazer voto de mis\u00e9ria e passar a trabalhar de gra\u00e7a em nome do bem comum, ela \u00e9 na verdade apenas uma licen\u00e7a que estimula a colabora\u00e7\u00e3o e o reaproveitamento de softwares e componentes, que vem nos trazendo diversas mudan\u00e7as positivas.<\/p>\n<p>Voltando a hist\u00f3ria, embora o kernel seja o componente mais importante do sistema (e tamb\u00e9m o mais complexo), ele n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico. Qualquer sistema operacional moderno \u00e9 a combina\u00e7\u00e3o de um enorme conjunto de drivers, bibliotecas, aplicativos e outros componentes. O kernel \u00e9 apenas uma base sobre a qual todos eles rodam.<\/p>\n<p>Alem do per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o dentro do Minix, o Linux se beneficiou de diversos outros projetos anteriores, tais como o X (respons\u00e1vel pela interface gr\u00e1fica) e in\u00fameros utilit\u00e1rios, bibliotecas, linguagens de programa\u00e7\u00e3o, compiladores e assim por diante. A eles se somam uma grande lista de interfaces e aplicativos que surgiram nos anos seguintes, tais como o Gnome, KDE, Firefox, OpenOffice e assim por diante.<\/p>\n<p>Entre as ferramentas usadas desde os primeiros dias, est\u00e3o o Emacs e o GCC, desenvolvidos pela Free Software Fundation, como parte do projeto GNU. O Emacs \u00e9 um editor de texto que combina uma grande quantidade de recursos e ferramentas \u00fateis para programadores, enquanto o GCC \u00e9 o compilador que permite transformar o c\u00f3digo escrito nele em arquivos execut\u00e1veis.<\/p>\n<p>Isso deu origem a uma das maiores flame-wars da historia, com Richard Stallman passando a exigir o uso do termo GNU\/Linux (que \u00e9 pronunciado como \u201cgui-nuu slash Linux\u201d) para designar o sistema, em vez de simplesmente \u201cLinux\u201d, argumentando que o projeto GNU foi iniciado antes e que por isso merece cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>Este e um caso em que as opini\u00f5es se dividem, com alguns dando raz\u00e3o a ele e realmente usando o \u201cgui-nuu slash Linux\u201d, e outros argumentando que os componentes do projeto GNU correspondem a apenas uma pequena parte do sistema e que por isso se fosse para dar o cr\u00e9dito devido a todos os in\u00fameros componentes que formam uma distribui\u00e7\u00e3o atual, seria preciso chamar o sistema de X\/Qt\/KDE\/GTK\/Gnome\/Mozilla\/Firefox\/OpenOffice\/longa-lista\/GNU\/Linux. O fato \u00e9 que, excluindo qualquer discuss\u00e3o filos\u00f3fica, o nome \u201cLinux\u201d puro e simples e muito mais simples e f\u00e1cil de pronunciar, o que faz com que o \u201cGNU\/Linux\u201d n\u00e3o seja usado fora de alguns c\u00edrculos espec\u00edficos.<\/p>\n<p>Continuando a hist\u00f3ria, embora o Linux tenha sido originalmente escrito para ser usado em micros PC (mais especificamente no 386 que Linux Torvalds usava em 1991), a modularidade do sistema, o fato de ele ter sido escrito inteiramente em C e as boas pr\u00e1ticas empregadas no desenvolvimento permitiram que ele ganhasse vers\u00f5es (ou ports) para outras plataformas. Hoje em dia, o Linux roda em praticamente todo o tipo de processadores, dos processadores de 32 e 64 bits usados em micros PC, a chips especializados usados em maquin\u00e1rio industrial.<\/p>\n<p>Existe ate mesmo um fork do kernel Linux que e capaz de rodar em processadores 8088 e 286 (o ELKS), como os usados nos primeiros micros PC. Embora estejam a muito obsoletos nos PCs, vers\u00f5es modernizadas desses chips s\u00e3o relativamente populares em sistemas embarcados, concorrendo com chips Z80 e outros processadores de 8 ou 16 bits, que embora desconhecidos do grande publico, s\u00e3o produzidos e usados em quantidades gigantescas nos mais diversos tipos de dispositivos. \u00c9 justamente essa versatilidade que faz com que o Linux seja usado em tantas \u00e1reas diferentes, de celulares a supercomputadores.<\/p>\n<p>Ao ver micros com Linux em exposi\u00e7\u00e3o nas lojas e em mercados, tenha em mente que esta \u00e9 apenas a ponta do iceberg. O uso do Linux em micros dom\u00e9sticos, pelo grande p\u00fablico, \u00e9 uma coisa relativamente recente. Antes de chegar aos desktops, o Linux cresceu entre os desenvolvedores e usu\u00e1rios avan\u00e7ados, dominou os servidores, invadiu o mundo dos dispositivos embarcados (celulares, roteadores, pontos de acesso wireless e at\u00e9 mesmo modems ADSL) e se tornou o sistema dominante no mundo dos supercomputadores.<\/p>\n<p>Segundo o <a href=\"http:\/\/www.top500.org\/\">http:\/\/www.top500.org\/<\/a>, que mant\u00e9m um rank atualizado dos 500 supercomputadores mais poderosos do mundo, em junho de 2008 t\u00ednhamos 427 dos 500 supercomputadores mais poderosos rodando diferentes vers\u00f5es do Linux (<a href=\"http:\/\/www.top500.org\/stats\/list\/31\/osfam\">http:\/\/www.top500.org\/stats\/list\/31\/osfam<\/a>). Dos restantes, 25 rodavam outros sistemas Unix e apenas 5 rodavam Windows, 3 deles com o HPC Server 2008 e 2 com o Windows Compute Cluster Server 2003, duas vers\u00f5es do Windows especialmente otimizadas para a tarefa.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">[<a href=\"javascript:history.go(-1)\">Voltar<\/a>]<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[27],"tags":[],"class_list":["post-26916","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26916","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=26916"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26916\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27279,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26916\/revisions\/27279"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=26916"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=26916"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonini.psc.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=26916"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}