{"id":33448,"date":"2023-03-05T18:36:55","date_gmt":"2023-03-05T18:36:55","guid":{"rendered":"https:\/\/antonini.com.br\/?p=33448"},"modified":"2024-10-17T14:49:36","modified_gmt":"2024-10-17T14:49:36","slug":"la-vao-25-anos-de-muitas-experiencias-e-publicacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonini.psc.br\/?p=33448","title":{"rendered":"L\u00e1 v\u00e3o 25 anos de muitas experi\u00eancias e publica\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Quando editei minhas primeiras paginas ainda n\u00e3o existia a web 2.0. Est\u00e1vamos na web 1.0 ou web primitiva na qual n\u00e3o existia intera\u00e7\u00e3o entre pessoas e sistemas ou p\u00e1ginas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era o tempo do HTML est\u00e1tico. N\u00e3o existia, ainda, linguagens din\u00e2micas como java, php, asp e o javascript (n\u00e3o confunda com o java, que \u00e9 uma linguagem propriamente dita) ainda engatinhava.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tempo passou e surgiram as linguagens din\u00e2micas e com elas nasceram os CMSs (Contents Manangers Systems &#8211; ou Sistemas de Gerenciamento de Conte\u00fado) baseados nestas linguagens din\u00e2micas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pioneiro dos CMSs foi o PHP-Nuke, baseado na linguagem livre PHP e possibilitava a cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado interativo como chats, enquetes, f\u00f3runs e outros recursos que permitiam \u00e0s pessoas interagirem com a rede. Depois surgiram o Jomla, o Drupal, e diversos outros, destinados ao mesmo fim do PHP-Nuke.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recentemente surgiram o Moodle, destinado ao gerenciamento de conte\u00fados educacionais e, por \u00faltimo, surgiram os gerenciadores de blogs, como o Blogger e o provedor WordPress comercial. O WordPress CMS original n\u00e3o \u00e9 novo. Surgiu em 2003 por Matt Mullenweg, estudante da Houston University, come\u00e7ou a se popularizar a partir de 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o in\u00edcio, em 1998, eu produzia meu conte\u00fado em HTML est\u00e1tico. Comecei fazendo &#8220;no bra\u00e7o&#8221; ou &#8220;na unha&#8221;, como dizem os programadores &#8220;ra\u00edz&#8221;. Depois passei a usar o Word 97 do Office 97 Pro e em 2000, passei para o Front Page 2000 e por \u00faltimo utilizei os editores Coffie Cup e DreamWeaver CS3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com o tempo os editores de HTML ficaram obsoletos e os CMSs (content Manager Systems) ficaram mais pr\u00e1ticos e comecei a test\u00e1-los. Comecei pelo PHP-Nuke, o primeiro deles que hoje n\u00e3o existe mais. Depois tentei o Drupal e o Jomla e acabei no <a href=\"?p=33056\">WordPress<\/a>, o mais simples e est\u00e1vel, mas com o advento da era mobile, \u00e0 qual, devido aos dispositivos, plataformas e paradigmas podemos chamar de Web 3.0, os gerenciadores de conte\u00fado mostraram seu primeiro e maior inconveniente: o peso para abrir p\u00e1ginas. Por peso para abrir p\u00e1ginas entenda-se a demora em entregar o conte\u00fado na tela do dispositivo e o consumo de dados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos planos de banda larga m\u00f3veis (Internet m\u00f3vel) paga-se por quilobaite (KB) baixado e os gerenciadores de conte\u00fado consomem muitos KBs para mostrar uma p\u00e1gina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E por que isso acontece?<\/strong><br \/>\nOs CMSs armazenam o conte\u00fado de suas p\u00e1ginas em tabelas de bancos de dados como o PostgreSQL (livre), o M$-SQL (propriedade da Micro$oft), o MySQL (licen\u00e7a GPL, mas propriedade da Oracle), o MariaDB (fork do MySQL e de licen\u00e7a livre) e ao receber uma solicita\u00e7\u00e3o, ou seja, um clique em algum atalho (link), o gerenciador tem que percorrer todas as tabelas do banco de dados, encontrar o conte\u00fado solicitado, organizar, formatar e entregar \u00e0 tela do dispositivo, mas isso demora, al\u00e9m de consumir banda. Com o aumento no n\u00famero de p\u00e1ginas publicadas as tabelas de conte\u00fados (posts) aumentam de tamanho, demandando mais esfor\u00e7o do gerenciador na sua leitura e, consequentemente, aumento no tempo e no consumo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual a sa\u00edda?<\/strong><br \/>\nA melhor sa\u00edda para este problema \u00e9 o retorno ao velho e bom HTML est\u00e1tico ou manter uma vers\u00e3o em HTML est\u00e1tico (<a href=\"\/paginas\/\"target=\"_top\">aqui<\/a>) mas ele tem um problema s\u00e9rio: para criar p\u00e1ginas neste formato \u00e9 necess\u00e1rio ou conhecer a linguagem HTML ou ent\u00e3o utilizar um editor web. Existem diversos editores web. O mais famoso (e caro) \u00e9 o DreamWeaver, sendo o mais completo em termos de recursos, mas seu pre\u00e7o \u00e9 proibitivo (US$1.500,00 d\u00f3lares). \u00c9 poss\u00edvel fazer paginas HTML usando o MS-Word e tamb\u00e9m o LibreOffice ou ainda, os excelentes <strong>Bluefish<\/strong>e <b>Bluegriffon<\/b>, que s\u00e3o editores livres, desenvolvidos originalmente para Linux, mas que tem vers\u00f5es para o M<b>$<\/b>-Windows.<\/p>\n<p>Leia mais:<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"?p=33056\">Cuidado com o WordPress em provedores de hospedagem comercial<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: center;\">[<a href=\"javascript:history.go(-1)\">Voltar<\/a>]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando editei minhas primeiras paginas ainda n\u00e3o existia a web 2.0. Est\u00e1vamos na web 1.0 ou web primitiva na qual n\u00e3o existia intera\u00e7\u00e3o entre pessoas e sistemas ou p\u00e1ginas. Era o tempo do HTML est\u00e1tico. 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