{"id":7830,"date":"2009-12-01T22:21:12","date_gmt":"2009-12-02T01:21:12","guid":{"rendered":"http:\/\/antonini.med.br\/blog\/?p=7830"},"modified":"2022-02-15T03:26:47","modified_gmt":"2022-02-15T03:26:47","slug":"como-funcionam-as-celulas-tronco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonini.psc.br\/?p=7830","title":{"rendered":"Como funcionam as c\u00e9lulas-tronco"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">Dentro de um embri\u00e3o que tem aproximadamente o tamanho do ponto final desta frase, h\u00e1 dezenas de c\u00e9lulas-tronco. C\u00e9lulas-tronco s\u00e3o pluripotentes, o que significa que elas podem se desenvolver em cada c\u00e9lula, cada tecido e cada \u00f3rg\u00e3o no corpo humano.<!--more--><\/div>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">Seu potencial quase ilimitado fez das c\u00e9lulas-tronco um foco significante nas pesquisas m\u00e9dicas. Imagine ter a habilidade de devolver a mem\u00f3ria a um paciente com Alzheimer (em ingl\u00eas), repor pele perdida durante um terr\u00edvel acidente ou habilitar uma pessoa em cadeira de rodas a andar novamente. Mas antes dos cientistas poderem usar c\u00e9lulas-tronco para fins m\u00e9dicos, eles devem primeiro aprender como utilizar seu poder. Eles n\u00e3o podem tratar uma doen\u00e7a at\u00e9 que aprendam como manipular c\u00e9lulas-tronco para desenvolv\u00ea-las nos tecidos ou \u00f3rg\u00e3os espec\u00edficos.Neste artigo, veremos as c\u00e9lulas-tronco, descobriremos como elas funcionam, veremos seu potencial para tratar doen\u00e7as e entraremos nos bancos de dados que cercam suas pesquisas e usos.<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000; font-size: x-small;\"><span>Foto cedida por Universidade de Wisconsin, Board of Regents<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16342\" alt=\"stem-cell-41\" src=\"http:\/\/antonini.med.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/12\/stem-cell-411.jpg\" width=\"400\" height=\"284\" srcset=\"https:\/\/antonini.psc.br\/wp-content\/uploads\/2009\/12\/stem-cell-411.jpg 400w, https:\/\/antonini.psc.br\/wp-content\/uploads\/2009\/12\/stem-cell-411-300x213.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Vista microsc\u00f3pica 10x de uma col\u00f4nia de c\u00e9lulas-tronco embri\u00f4nicas (as col\u00f4nias de c\u00e9lulas-tronco s\u00e3o as massas redondas e densas de c\u00e9lulas)<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Princ\u00edpios b\u00e1sicos das c\u00e9lulas-tronco<\/strong><span><span><span style=\"color: #035d8a; font-size: xx-small;\"><span style=\"color: #000000; font-size: x-small;\"><br \/>\n<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma c\u00e9lula-tronco \u00e9 essencialmente o bloco de constru\u00e7\u00e3o do corpo humano. As c\u00e9lulas-tronco dentro de um embri\u00e3o eventualmente crescer\u00e3o em cada c\u00e9lula, \u00f3rg\u00e3o e tecido no corpo do feto. Diferente de uma c\u00e9lula regular, que pode apenas se replicar para criar mais de seu pr\u00f3prio tipo de c\u00e9lula, uma c\u00e9lula-tronco \u00e9 pluripotente. Quando se divide, ela pode formar qualquer uma das 220 diferentes c\u00e9lulas no corpo humano. As c\u00e9lulas-tronco t\u00eam tamb\u00e9m a capacidade de auto-renova\u00e7\u00e3o &#8211; elas podem se reproduzir muitas vezes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 dois tipos de c\u00e9lulas-tronco: c\u00e9lulas-tronco embrion\u00e1rias e c\u00e9lulas-tronco adultas. C\u00e9lulas-tronco embrion\u00e1rias v\u00eam de um embri\u00e3o &#8211; a massa de c\u00e9lulas na primeira fase no desenvolvimento humano que, se implantada no \u00fatero feminino, eventualmente desenvolver\u00e1 um feto. Quando o embri\u00e3o est\u00e1 entre o terceiro e o quinto dia de idade, ele cont\u00e9m c\u00e9lulas-tronco, que est\u00e3o trabalhando para criar os v\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os e tecidos que formar\u00e3o o feto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os adultos tamb\u00e9m t\u00eam c\u00e9lulas-tronco no cora\u00e7\u00e3o, c\u00e9rebro, medula \u00f3ssea, pulm\u00f5es e outros \u00f3rg\u00e3os. Eles s\u00e3o nossos kits de reparos embutidos, regenerando c\u00e9lulas danificadas por doen\u00e7as, ferimentos e desgaste di\u00e1rio. As c\u00e9lulas-tronco adultas j\u00e1 foram vistas como sendo mais limitadas, apenas desenvolvendo os mesmos tecidos de onde se originavam. Mas novas pesquisas sugerem que c\u00e9lulas-tronco adultas podem ter o potencial de gerar outros tipos de c\u00e9lulas, tamb\u00e9m. Por exemplo, c\u00e9lulas hep\u00e1ticas podem ser atra\u00eddas a produzir insulina, que \u00e9 normalmente produzida no p\u00e2ncreas. Esta capacidade \u00e9 conhecida como plasticidade ou transdiferencia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o, de onde os cientistas obt\u00eam as c\u00e9lulas-tronco para suas pesquisas?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">[<a href=\"javascript:history.go(-1)\">Voltar<\/a>]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Dentro de um embri\u00e3o que tem aproximadamente o tamanho do ponto final desta frase, h\u00e1 dezenas de c\u00e9lulas-tronco. 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