Se ultraprocessados fossem o veneno que esse epidemiologista alega, a humanidade estaria extinta há muito tempo, pois eles foram criados pelos homens para conservar alimentos por mais tempo, há muitos séculos.
O brasileiro que liderou revolução global na ciência dos alimentos: 'Ultraprocessados são desenhados para enganar o apetite. Você quer comer sempre mais e mais' - BBC News Brasil.
O que se destaca na reportagem é o parágrafo:
Segundo a definição desenvolvida pela equipe de Monteiro, esses produtos são feitos a partir de ingredientes isolados — como gordura, açúcar, amido e proteínas — e contam com uma série de aditivos cosméticos — flavorizantes, corantes, emulsificantes, entre outros — que dão sabor, aroma e outros atributos
Aparentemente, nessa equipe, ninguém estudou bioquímica, pois as moléculas que eles rotulam como venenos — gordura, açúcar, amido e proteínas — são compostos-chave no metabolismo humano, e se não fossem elas, a humanidade não existiria.
No entanto, esses são os mesmos cientistas que apoiam o uso de proteínas como o badalado Whey Protein, que não passa de soro de leite (algo que é resto na produção de queijos e geralmente descartado), desidratado e misturado a conservantes sintéticos, e também a autodestruição do corpo em academias.
Há pseudocientistas que fazem campanha ferrenha contra conservantes como o citrato de sódio, por exemplo, sem sequer saberem que citrato de sódio é ácido cítrico, presente em todas as frutas cítricas, em sua forma salificada.
O que a indústria alimentícia ganha envenenando seus clientes? Essa é a pergunta a ser respondida.
O Brasil precisa de gente que pesquise e faça ciência de verdade, e não de gente chorona que cria polêmicas apenas para apavorar uma massa de ignorantes que tem preguiça de estudar e caem na lábia deles.