Mais uma “super, mega, hiper, power” asneira pseudo científica

Mais uma “super, mega, hiper, power” asneira pseudo científica


Publicado em 16 de janeiro de 2026


Se ultraprocessados fossem o veneno que esse epidemiologista alega, a humanidade estaria extinta há muito tempo, pois eles foram criados pelos homens para conservar alimentos por mais tempo, há muitos séculos.

O brasileiro que liderou revolução global na ciência dos alimentos: 'Ultraprocessados são desenhados para enganar o apetite. Você quer comer sempre mais e mais' - BBC News Brasil.

O que se destaca na reportagem é o parágrafo:

Segundo a definição desenvolvida pela equipe de Monteiro, esses produtos são feitos a partir de ingredientes isolados — como gorduraaçúcar, amido e proteínas — e contam com uma série de aditivos cosméticos — flavorizantes, corantes, emulsificantes, entre outros — que dão sabor, aroma e outros atributos

Aparentemente, nessa equipe, ninguém estudou bioquímica, pois as moléculas que eles rotulam como venenos — gordura, açúcar, amido e proteínas — são compostos-chave no metabolismo humano, e se não fossem elas, a humanidade não existiria.

No entanto, esses são os mesmos cientistas que apoiam o uso de proteínas como o badalado Whey Protein, que não passa de soro de leite (algo que é resto na produção de queijos e geralmente descartado), desidratado e misturado a conservantes sintéticos, e também a autodestruição do corpo em academias.

Há pseudocientistas que fazem campanha ferrenha contra conservantes como o citrato de sódio, por exemplo, sem sequer saberem que citrato de sódio é ácido cítrico, presente em todas as frutas cítricas, em sua forma salificada.

O que a indústria alimentícia ganha envenenando seus clientes? Essa é a pergunta a ser respondida.

O Brasil precisa de gente que pesquise e faça ciência de verdade, e não de gente chorona que cria polêmicas apenas para apavorar uma massa de ignorantes que tem preguiça de estudar e caem na lábia deles.

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