Quem entender esta mensagem é um verdadeiro mineiro. Leia mais…
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A Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de março de 1999 que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual em seu Art. 3° estabelece que “- os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
Completa no Parágrafo único: “- Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.” e no Art. 4°: – “Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.”
O assunto se misturou ou foi misturado intencionalmente aos protestos contra o governo central no que lhe cabe no grau maior de responsabilidade nos aspectos de saúde (SUS) e de segurança, em especial pelo nível elevado de influência no Congresso Nacional e a sua radical posição contra alterações na lei penal referente a redução da maioridade para coibir os crimes bárbaros dos menores infratores e a tal progressão da pena que coloca de volta à rua o homicida cruel com as vítimas no ato criminoso, mas com “bom comportamento” na prisão. Mais acomodação com a corrupção dos correligionários condenados pelo STF. Foi uma das cortinas de fumaça, já superada pela proposta de constituinte e retumbâncias que tais, substituída pela do confuso — quanto mais melhor — plebiscito.
Cada um tire as próprias conclusões, mas os verbos, termos e as intenções estão expostos na Resolução do CFP.
Quando se impõem que “os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização”, será que o profissional vai dizer/comentar durante a consulta que a orientação de vida do paciente é uma doença? Dá uma canelada antes do cumprimento?
O texto “nem adotarão ação coercitiva” é pesado demais impressiona como meio de orientação a profissionais que lidam com os mistérios da mente e as posturas no relacionamento com os seus pacientes. Não são os fatos/costumes exercendo pressão sobre a pessoa e sim uma advertência ao profissional para não adotar a tal ação coercitiva contra o paciente.
O psicólogo de início há de perguntar ao consulente qual o mal que lhe aflige, sendo ofensivo e descortês pretender/insinuar “tratamentos não solicitados.”
O Art. 4º gera uma dúvida na formação universitária dos psicólogos, não parecendo justo que os mestres os orientassem a “reforçar preconceitos sociais”, além de não ético, afronta qualquer método de tratamento. E com ênfase: “… não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos…“.
O “reforçar preconceitos” é uma atitude condenável por si e uma vertente da norma que por outro lado afirma que determinado grupo não é portador “de qualquer desordem psíquica”, difícil de considerar no gênero humano. Pelo contrário, o preconceito exerce a ação coercitiva que pode provocar a desordem psíquica e necessidade de atendimento pelo psicólogo e até pelo psiquiatra.
Há que se entender que a realidade não pode ser vista como dogma, questão fechada, indiscutível. É uma questão. Merece atenção como outras tantas necessidades na vida terrena.
Não se pode esquecer que Galileu Galilei discordou e foi condenado. A medicina evoluiu porque ousaram estudar o corpo humano roubando cadáveres. A cada dia se descortina um pouco mais adiante. Direito de viver e conviver. Respeitar e ser respeitado.
Ernesto Caruso, 06/07/2013
Quando dois gigantes da ganância se juntam, podem ter certeza que a Internet é quem perde. Tenham certeza que a Micro$oft exigirá a cobrança de licença de aplicativos atualmente livres pertencentes à Oracle, como por exemplo, o MySQL e o Java, na esperança de empurrar, goela-à-baixo dos desenvolvedores de sítios eletrônicos ou domínios (“websites”), seus produtos pagos, caros e ruíns. Tenham certeza que a Micro$oft restribuirá com bilhões de dólares e submissão da Oracle. Não será de graça e quem perderá serão os Internautas, pois milhões de sítios – ou websites, em inglês – fecharão. Leia aqui
O egrégio Conselho Federal de Psicologia (CFP) está cometendo o maior atentado contra um dos direitos inalienáveis do ser humano: o direito à felicidade.
O CFP ao dizer este absurdo está violando o inciso III do artigo 5º da Constituição da República Federativa do Brasil onde se lê, claramente, que niguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante.
A mesma premissa que garante a o direito do indivíduo de ser homossexual deve, igualmente, garantir o direito daquele que é homossexual, mas não se sente feliz com sua sexualidade, tentar revertê-la. A obrigatoriedade da manutenção do comportamento homossexual por um indivíduo que não o aceita é uma situação de degradação para ele, podendo e devendo, SE FOR VONTADE DELE, tentar ser revertida por tratamento, qualquer que seja: médico ou psicológico.
Homossexualidade é comportamento e não condição ou estrutura fisiológica, anatômica ou genética. Quem tem alguma dúvida que leia um bom livro de genética e tente encontrar nele o gene gay. Não existe um gene gay. Ninguém nasce gay.
O que pode ter acontecido de 30 ou 40 anos para cá é a poluição ambiental por hormônios contraceptivos orais que, excretados na natureza pela urina das mulheres, tem contaminado os lençóis d’água e chegado ao organismo dos meninos desde o nascimento, provocando fragilização do sistema endócrino e de alguns circuítos cerebrais, produzindo o comportamento homossexual, mas fisiologicamente, anatomicamente e geneticamente quase todos os indivíduos que nascem ou são homens ou mulheres.
Quase todos porque existem os hemafroditas, mas são pessoas com malformações tão severas que sequer sentem ou conseguem exercer a sexualidade.
Lamentável a postura do CFP. Como órgão fiscalizador do exercício da profissão ele deveria abster-se de emitir opinião por ser uma entidade jurídica. A opinião emitida é pessoal de conselheiros, ou seja, de pessoas que defendem a obrigatoriedade de um homossexual se manter homossexual, mesmo que isso lhe custe a felicidade ou até mesmo a própria vida. Não é uma opinião da categoria. Nem todos os psicólogos concordam com esta posição.
Leia a matéria publidada no portal Universo On Line aqui
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