O ovócito secundário rompe a membrana do ovário e “cai nas garras” das fímbrias tubárias que “dedilham-no” para dentro do infundíbulo sendo, daí, empurrado em direção ao útero pelos batimentos (movimentos) dos cílios e somente chegará ao útero se for fecundado, caso contrário, “ficará pelo caminho mesmo”, ou seja: se degenerará e será absorvido. Leia mais…
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Ao contrário do que muitos pesquisadores afirmam, os ciclos reprodutivos não se iniciam com a menarca, mas sim após um ano e meio a dois anos após a primeira menstruação quando o tálamo assume o comando da produção de FSH. Leia mais…
Óvulos e espermatozóides apresentam nítidas diferenças. Enquanto o “óvulo” (ovócito II) é grande, esférico e estático, só movimentando-se através do batimento dos cílios tubários, os espermatozóides são pequenos, móveis, alongados e flagelados (monotríqueos). Leia mais…
1 Espermatogênese Leia mais…
Tudo começa com o Colesterol Leia mais…
O colesterol contém um sistema de quatro anéis característicos para todos os esteróides e um grupo hidróxi secundário. É o principal esterol dos animais superiores. Leia mais…
E aqui está ele, o COLESTEROL!!! Leia mais…

O LANOSTEROL sofre uma DESMETILAÇÃO, pela ação do cofator NADPH+ + H+, liberando um ácido metílico e convertendo-se em 14-DESMETIL-LANOSTEROL.
O 14-DESMETIL-LANOSTEROL por sua vez, sofre duas desmetilações, realizadas pelo cofator NADPH+ + H+, transformando-se em ZIMOSTEROL.
O ZIMOSTEROL formará o D 7,24-COLESTANODIENOL
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Nesta reação acontecem a ciclisação do óxido esqualeno, uma redução e três descarboxilações, para formar o LANOSTEROL.
O epóxido de esqualeno, também chamado de óxido de esqualeno, sofrerá a ação das enzimas óxido esqualeno ciclase e óxido esqualeno redutase. convertendo-se em Lanosterol

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