A benzil-metilecgonina, comercialmente chamada de cocaína, não surgiu como uma droga de abuso, mas como um fármaco anestésico tópico, não interno (injetado, ingerido, aspirado ou inalado), desenvolvido em laboratório para ser usado em cirurgias em mucosas, especialmente na cirurgia de catarata, até que em 1884 um psiquiatra austríaco descobriu seus efeitos antidepressivos e passou a prescrevê-lo aos seus pacientes, que acabaram tornando-se dependentes do fármaco. Este acabou se tornando um problema sério de saúde pública na Europa, ao ponto de seu uso ser proscrito (proibido e criminalizado). Leia mais…
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Louvável esse estudo brasileiro, mas em 2001 o FDA (Food and Drug Administration), órgão norte-americano de controle de fármacos e alimentos, o correspondente à ANVISA do Brasil, publicou uma nota técnica associando o omeprazol ao risco de desenvolvimento de osteoporose. Leia aqui
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Se ultraprocessados fossem o veneno que esse epidemiologista alega, a humanidade estaria extinta há muito tempo, pois eles foram criados pelos homens para conservar alimentos por mais tempo, há muitos séculos. Leia mais…
Que fique bem claro: a ANVISA liberou para ensaio clínico e não para uso clínico! Leia mais…
Tomemos apenas a Coca-Cola como exemplo. Quantas mortes podem ser atribuídas diretamente à ingestão de Coca-Cola nos últimos 100 anos?
No entanto, o número de pessoas mortas devido ao uso de maconha no último ano certamente supera em muito as mortes por Coca-Cola em um século.
Apenas idiotas ou safados lulistas acreditam nessa conversinha de controle de saúde pública para aumentar impostos.
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Respondendo ao delírio lulopetistE da imagem: Leia mais…
Espetáculo financiado com o dinheiro desviado da saúde, educação, segurança pública… Leia mais…
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No mundo árabe o(a) hortelã é usando como antibiótico e antiparasitário e o exemplo clássico desse uso é o quibe – o legítimo de carne de carneiro – que é servido cru e ingerido com folhas de hortelã. Leia mais…
Erva estragada, cachaça batizada com água do Rio Tietê, pó de mico? Leia mais…

