Farmacologia

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Ação neuroprotetora da dipirona
21 de fevereiro de 2026 | Autor:

Saiba mais sobre a dipirona aqui

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O entusiasmo está virando pesadelo. Leia mais…

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Para começo de conversa, não existe cannabis medicinal e cannabis de uso ilegal. Existe apenas Cannabis sativa. Leia mais…

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A benzil-metilecgonina, comercialmente chamada de cocaína, não surgiu como uma droga de abuso, mas como um fármaco anestésico tópico, não interno (injetado, ingerido, aspirado ou inalado), desenvolvido em laboratório para ser usado em cirurgias em mucosas, especialmente na cirurgia de catarata, até que em 1884 um psiquiatra austríaco descobriu seus efeitos antidepressivos e passou a prescrevê-lo aos seus pacientes, que acabaram tornando-se dependentes do fármaco. Este acabou se tornando um problema sério de saúde pública na Europa, ao ponto de seu uso ser proscrito (proibido e criminalizado). Leia mais…

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Louvável esse estudo brasileiro, mas em 2001 o FDA (Food and Drug Administration), órgão norte-americano de controle de fármacos e alimentos, o correspondente à ANVISA do Brasil, publicou uma nota técnica associando o omeprazol ao risco de desenvolvimento de osteoporose. Leia aqui

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No mundo árabe o(a) hortelã é usando como antibiótico e antiparasitário e o exemplo clássico desse uso é o quibe – o legítimo de carne de carneiro – que é servido cru e ingerido com folhas de hortelã. Leia mais…

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A semaglutida não resolve o problema básico da obesidade, que é o desequilíbrio entre os complexos enzimáticos de ácido graxo-sintetase e da 3-HMG-CoA-sintetase. Leia mais…

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Antes de 2011, os médicos simplesmente jogavam a culpa da resistência bacteriana nas costas dos farmacêuticos, mas depois da RDC 44/10, a desculpa acabou.

A partir dela, publicada em dezembro de 2010, apenas os médicos poderiam prescrever antimicrobianos, e não há como se livrar da responsabilidade transferindo-a para outros.

Por que os médicos são os culpados pela resistência bacteriana?
Os médicos, patrocinados pela indústria farmacêutica com viagens, brindes, presentes e uma infinidade de benesses, prescrevem qualquer novo antibiótico lançado, não esgotando a capacidade e o espectro dos existentes, favorecendo as mutações bacterianas que são transmitidas por conjugação entre as bactérias..

Médicos têm prescrito levofloxacina para infecções que uma simples penicilina benzatina resolveria com uma única dose e com zero hepatotoxicidade. A levofloxacina, além de ser bastante tóxica para o fígado, ainda provoca resistência bacteriana.

A demonização da prescrição farmacêutica pelos médicos, apoiada nos bastidores pela indústria farmacêutica, deve-se exatamente ao fato de o farmacêutico não se vender a ela, otimizando e racionalizando o uso de antibióticos. Leia aqui

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