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Farmacologia
O entusiasmo está virando pesadelo. Leia mais…
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Para começo de conversa, não existe cannabis medicinal e cannabis de uso ilegal. Existe apenas Cannabis sativa. Leia mais…
A benzil-metilecgonina, comercialmente chamada de cocaína, não surgiu como uma droga de abuso, mas como um fármaco anestésico tópico, não interno (injetado, ingerido, aspirado ou inalado), desenvolvido em laboratório para ser usado em cirurgias em mucosas, especialmente na cirurgia de catarata, até que em 1884 um psiquiatra austríaco descobriu seus efeitos antidepressivos e passou a prescrevê-lo aos seus pacientes, que acabaram tornando-se dependentes do fármaco. Este acabou se tornando um problema sério de saúde pública na Europa, ao ponto de seu uso ser proscrito (proibido e criminalizado). Leia mais…
Louvável esse estudo brasileiro, mas em 2001 o FDA (Food and Drug Administration), órgão norte-americano de controle de fármacos e alimentos, o correspondente à ANVISA do Brasil, publicou uma nota técnica associando o omeprazol ao risco de desenvolvimento de osteoporose. Leia aqui
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No mundo árabe o(a) hortelã é usando como antibiótico e antiparasitário e o exemplo clássico desse uso é o quibe – o legítimo de carne de carneiro – que é servido cru e ingerido com folhas de hortelã. Leia mais…
A semaglutida não resolve o problema básico da obesidade, que é o desequilíbrio entre os complexos enzimáticos de ácido graxo-sintetase e da 3-HMG-CoA-sintetase. Leia mais…
Antes de 2011, os médicos simplesmente jogavam a culpa da resistência bacteriana nas costas dos farmacêuticos, mas depois da RDC 44/10, a desculpa acabou.
A partir dela, publicada em dezembro de 2010, apenas os médicos poderiam prescrever antimicrobianos, e não há como se livrar da responsabilidade transferindo-a para outros.
Por que os médicos são os culpados pela resistência bacteriana?

