O escândalo do mais médicos

A escravidão humana permitida e legalizada do século XXI.

Cuba, a sucursal do inferno na terra, que lula, putin e tantos outros comunistas minúsculos, inúteis e desprezíveis vendem como um paraíso, escraviza seus médicos e os exporta para trabalhar em outros países, mas cuja retribuição financeira pelos serviços é paga ao tirano daquela ilha-presídio.

Os tiranos comunistas fazem a mesma coisa: escravizam seus povos para viverem nababescamente e enriquecerem às custas do trabalho escravo.

Quanto à indignação da jornalista da Goebbels News com a retirada do visto norte-americano da filha do ministro Padilha, um reles capacho lulopetista que foi o feitor dos escravos cubanos no Brasil, basta lembrar que o psicopata que implantou a tirania togada em que o Brasil está mergulhado bloqueou contas bancárias de esposas de PERSEGUIDOS POLÍTICOS, condenando suas crianças à miséria, à penúria e à fome.

Alexandre Padilha que se dê por satisfeito em, por enquanto, perder o visto. Amanhã, certamente, ele estará rastejando nas sarjetas ou trancafiado em algum presídio de segurança máxima por crime contra a humanidade, nos EUA, pois no mundo inteiro, a escravidão é crime contra a humanidade.

Há pessoas no Brasil que tentam imputar aos brasileiros brancos de hoje, o crime de escravidão humana, que foi cometido por negros africanos durante séculos, quando capturavam, na África, seus conterrâneos e os vendiam aos traficantes portugueses, espanhóis e franceses nas costas. A conversinha fiada de “dívida histórica da escravidão” não passa de chantagem de racistas travestidos de defensores de uma falsa “igualdade social” que está promovendo um “apartheid” no Brasil.

A bem da verdade, os compradores salvavam os escravizados da morte certa, pois aqueles que não eram vendidos eram mortos. Isso ninguém fala. Os escravos que vieram para o Brasil foram vendidos por negros e salvos pelos brancos, como declarou o cantor Mr. Catra em um programa da Rádio Jovem Pan (assistam aqui).

Os brasileiros brancos são, em grande maioria, descendentes de imigrantes, filhos, netos, bisnetos de italianos, alemães, poloneses, ucranianos, árabes, japoneses, chineses, coreanos, russos e muitos outros. Eles não têm nada a ver com o que aconteceu no passado e não são responsáveis pela escravidão, que já foi extinta há 137 anos.

O ordenamento jurídico brasileiro é claro quanto a titularidade e personalidade da culpa e da pena. A culpa de um crime é intransferível e a pena não passa da pessoa do apenado para terceiros (familiares, amigos, etc.). Essa balela de dívida histórica é crime de calúnia, difamação e de injúria racial contra os demais brasileiros que não são descendentes de africanos.

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