O texto base pode ser lido abaixo do vídeo.
O periódico Folha de Pernambuco publicou um artigo de pesquisadores de Boston que destaca um grave problema de falta de adesão ao tratamento com fármacos hipoglicemiantes injetáveis, as famigeradas canetas emagrecedoras, expondo a questão por meio da seguinte manchete:
Canetas emagrecedoras: quase 60% de quem interrompe o uso retoma tratamento em até dois anos
A questão central, muitas vezes negligenciada e que fundamenta o estudo de Boston sobre o uso clínico de canetas injetáveis, conforme publicado pela Folha de Pernambuco, é que tais fármacos foram desenvolvidos para o tratamento do diabetes tipo 2, condição que apresenta o emagrecimento espontâneo como um de seus sintomas. Contudo, descobriu-se que um de seus efeitos “off label” é a perda de peso sem a necessidade de exercícios extenuantes ou idas à academia, tornando-os uma solução amplamente buscada, sendo o sonho dos obesos.
Em termos toxicológicos frios e diretos: as canetas emagrecedoras podem provocar dependência física, condenando os usuários a utilizá-las pelo resto de suas vidas para não voltarem a engordar, assim como ocorre com a maconha, o crack, a cocaína, a heroína, o LSD, o fentanil, a morfina, a petidina, a codeína e tantos outros entorpecentes ou fármacos de abuso, abreviando suas existências.
A indústria farmacêutica encontrou, enfim, o seu “Santo Graal”, sua “pedra filosofal” ou seu “elixir da longa vida”, que garantirá lucros astronômicos por muito tempo.
Leia a publicação da Folha de Pernambuco aqui
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