Frutas: quando comê-las?
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Um estudo apresentado nesta quarta-feira no Festival de Ciências da Associação Britânica, em Liverpool, sugere que as memórias de acontecimentos marcantes nem sempre estão corretas. O estudo, da Universidade de Portsmouth, indicou que indivíduos podem ser facilmente convencidos de ter visto coisas que não aconteceram.
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Prova viva de que o politicamente correto para saúde não é nada correto. Não existe regra. Não existe o politicamente correto para a saúde. Para viver bem, basta não “esquentar a cabeça”. Basta não se irritar e se deprimir com a agitação, cobranças, exigências e mentiras (o politicamente correto) da vida moderna. Basta apenas viver tranquilamente. Ninguém é dono da verdade e niguém tem o direito de dizer o que as pessoas devem ou não fazer.
Brasília, 11.11.08 – Agora resta apenas o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionar o Projeto de Lei 250/08 que preenche lacunas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A Câmara dos Deputados acaba de aprovar o PL proposto pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, que criminaliza a pornografia infantil na Internet.
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A Câmara dos Deputados confirmou que está mantida para amanhã (11 de novembro) a votação do Projeto de Lei n.250/08 que atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente em termos de criminalização de condutas praticadas na Internet envolvendo crianças e jovens.
Cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos afirmam ter conseguido criar células em laboratório capazes de neutralizar um dos mais bem sucedidos mecanismos de defesa do vírus HIV – sua capacidade de mutação rápida.
Doenças provocadas por fatores como sedentarismo, fumo, consumo excessivo de álcool e alimentação inadequada são a principal causa de morte no país. É o que confirmam os dados do “Saúde Brasil 2007”, levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira, em Brasília, durante a 8ª Expoepi – Mostra Nacional de Experiências Bem Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças.
O problema básico é a política das faculdades de medicina que não formam mais médicos, servindo apenas como “cursinhos preparatórios” para os exames de residência médica. Não se formam mais médicos como antigamente, quando o indivíduo saía da escola dominando todas as especialidades, da anestesia até a dermatologia, passando pela cardiologia, neurologia, hematologia, oncologia e outras áreas mais complexas. Atualmente ensinam apenas o básico do básico, deixando a formação profissional para a residência médica.
Aplicativo desenvolvido pela PF visa identificar quem troca material pedófilo.

