Talvez haja alguma relação ou interação fisiológica entre receptores 5-HT (serotoninérgicos), serotonina e ciclo-oxigenase, sendo esta uma das explicações mais plausíveis para a o evento observado pelo grupo britânico. Leia aqui
dezembro, 2014
O Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná também criou um projeto de terapia com animais apelidado de “amigo bicho”, coordenado pelo Comitê de Humanização, com o mesmo objetivo do projeto divulgado nesta reportagem, mas com a proposta de também atender adultos em diversas unidades de internação.
Entre os dois projetos há uma diferença: no Hospital de Clínicas da UFPR admite-se apenas cães de raças reconhecidamente dóceis e que passam por um treinamento, além, é claro, de todos os cuidados com vacinação, higiene e etc. Gato não entra (acho que por enquanto).
Em 19 de novembro de 2014, alguns integrantes do projeto (oito golden retriever, um schnawzer e uma cadela lhaza-apso) visitaram as crianças da Cirurgia Pediátrica fantasiados de renas de Papai-Noel (imagens abaixo).
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O Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná também criou um projeto de terapia com animais apelidado de “amigo bicho”, coordenado pelo Comitê de Humanização, com o mesmo objetivo do projeto divulgado nesta reportagem, mas com a proposta de também atender adultos em diversas unidades de internação.
Entre os dois projetos há uma diferença: no Hospital de Clínicas da UFPR admite-se apenas cães de raças reconhecidamente dóceis e que passam por um treinamento, além, é claro, de todos os cuidados com vacinação, higiene e etc. Gato não entra (acho que por enquanto).
Em 19 de novembro de 2014, alguns integrantes do projeto (oito golden retriever, um schnawzer e uma cadela lhaza-apso) visitaram as crianças da Cirurgia Pediátrica fantasiados de renas de Papai-Noel (imagens abaixo).
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Será? Pelo que aprendi no curso de Pós-graduação Stricto em Bioinformática, a IA (inteligência artificial) não parece tão poderosa assim. Leia aqui
Para Hawking, Inteligência Artificial pode acabar com mundo
O físico e cosmólogo britânico Stephen Hawking, um dos cientistas mais importantes do mundo, afirmou que o desenvolvimento de tecnologias que utilizem a Inteligência Artificial (IA) podem colocar fim à raça humana.
O cientista fez a declaração à BBC, ao ser questionado sobre a tecnologia que utiliza para se comunicar e que envolve uma forma básica de IA. Hawking sofre de uma doença motora relacionada à Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e usa um sistema desenvolvido pela Intel para conversar. A nova tecnologia, criada em colaboração com a empresa britânica Swiftkey, averigua como o professor pensa e sugere palavras que ele queira utilizar. O britânico afirmou que as formas primitivas de AI desenvolvidas até agora têm sido muito úteis, mas teme consequências catastróficas para os humanos a partir de tecnologias que possam nos superar. “Poderia funcionar sozinha, redesenhar-se e fazer isso a um ritmo crescente. Os humanos, que estão limitados por uma lenta evolução biológica, não poderiam competir e seriam substituídos”, advertiu o professor.
Durante a entrevista, ele ainda debateu sobre os benefícios e os perigos de usar a internet e pediu que as companhias do setor “façam mais para combater a ameaça” do terrorismo. Porém, ele admitiu que isso “é difícil de fazer sem sacrificar as liberdades e a privacidade” dos usuários.
Para Hawking, Inteligência Artificial pode acabar com mundo
O físico e cosmólogo britânico Stephen Hawking, um dos cientistas mais importantes do mundo, afirmou que o desenvolvimento de tecnologias que utilizem a Inteligência Artificial (IA) podem colocar fim à raça humana.
O cientista fez a declaração à BBC, ao ser questionado sobre a tecnologia que utiliza para se comunicar e que envolve uma forma básica de IA. Hawking sofre de uma doença motora relacionada à Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e usa um sistema desenvolvido pela Intel para conversar. A nova tecnologia, criada em colaboração com a empresa britânica Swiftkey, averigua como o professor pensa e sugere palavras que ele queira utilizar. O britânico afirmou que as formas primitivas de AI desenvolvidas até agora têm sido muito úteis, mas teme consequências catastróficas para os humanos a partir de tecnologias que possam nos superar. “Poderia funcionar sozinha, redesenhar-se e fazer isso a um ritmo crescente. Os humanos, que estão limitados por uma lenta evolução biológica, não poderiam competir e seriam substituídos”, advertiu o professor.
Durante a entrevista, ele ainda debateu sobre os benefícios e os perigos de usar a internet e pediu que as companhias do setor “façam mais para combater a ameaça” do terrorismo. Porém, ele admitiu que isso “é difícil de fazer sem sacrificar as liberdades e a privacidade” dos usuários.

