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Para começo de conversa, Tylenol não é um fármaco. É uma marca comercial de paracetamol registrada pelo laboratório Johnsons & Johnsons.

Não há nenhuma utilidade nesta descoberta. O efeito sobre as emoções, pela descrição da reportagem sobre o estudo, é despersonalizante. Não é um efeito sobre ansiedade ou depressão, mas sim de supressão de emoções e isso não interessa a niguém. Qualquer pessoa que tenha um mínimo de bom senso tentará ficar bem longe deste tipo de droga.

O grande problema do paracetamol é a hepatotoxidade e nefrotoxidade. O mecanismo de eliminação do paracetamol produz um metabólito tóxico, o N-acetil-p-benzoquinonimina que mata o hepatócito e intoxica os rins.

Ao contrário da dipirona que tem uma probabilidade de um caso em um milhão de produzir uma aplasia de medula, a toxicidade do paracetamol não é uma questão de probabilidade estatística, mas decorrente de seu mecanismo de ação e de eliminação.

Finalizando, existem agentes despersonalizantes muito melhores e mais seguros que o paracetamol, usados em casos de surtos paranóicos e casos extremos de agitação psicomotora. Leia aqui

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Para começo de conversa, Tylenol não é um fármaco. É uma marca comercial de paracetamol registrada pelo laboratório Johnsons & Johnsons.

Não há nenhuma utilidade nesta descoberta. O efeito sobre as emoções, pela descrição da reportagem sobre o estudo, é despersonalizante. Não é um efeito sobre ansiedade ou depressão, mas sim de supressão de emoções e isso não interessa a niguém. Qualquer pessoa que tenha um mínimo de bom senso tentará ficar bem longe deste tipo de droga.

O grande problema do paracetamol é a hepatotoxidade e nefrotoxidade. O mecanismo de eliminação do paracetamol produz um metabólito tóxico, o N-acetil-p-benzoquinonimina que mata o hepatócito e intoxica os rins.

Ao contrário da dipirona que tem uma probabilidade de um caso em um milhão de produzir uma aplasia de medula, a toxicidade do paracetamol não é uma questão de probabilidade estatística, mas decorrente de seu mecanismo de ação e de eliminação.

Finalizando, existem agentes despersonalizantes muito melhores e mais seguros que o paracetamol, usados em casos de surtos paranóicos e casos extremos de agitação psicomotora. Leia aqui

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Os fedorentos que se cuidem…
24 de abril de 2015 | Autor:

Pesquisa indica por que mosquitos picam algumas pessoas mais que outras. Leia aqui

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Não há novidade alguma nesta matéria. Todos os farmacẽuticos recomendam o uso de seringas descartáveis de 1, 3 ou 5 mililitros no lugar dos copos ou colheres dosadoras que acompanham as embalagens das apresentações em solução ou suspensão oral de fármacos industrializados há mais de 30 anos. Parece que alguém está querendo provar ser o descobridor do caminho para as Índias.

Quem entende de pesquisa, produção e administração de fármacos é o farmacêutico e não o médico. Médico entende de cirurgia. Falo isso porque sou mestre em medicina III (clínica cirúrgica), e desde que eu estava na faculdade (faz tempo…) eu já via os farmacêuticos recomendarem o uso de seringas que, naquela época, eu pensava ser uma maneira de arrancar um dinheiro a mais dos clientes, mas hoje vejo a importãncia e o acerto de tal medida. Leia aqui

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Se os leitores desta matéria e de outras que falam de dietas miraculosas, de alimentos que podem ou não podem ser consumidos, lerem um bom livro de bioquímica (Stryer ou Leninhger) verão a quantidade de asneiras que escrevem nestas pseudo-pesquisas. Leiam aqui

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Talvez haja alguma relação ou interação fisiológica entre receptores 5-HT (serotoninérgicos), serotonina e ciclo-oxigenase, sendo esta uma das explicações mais plausíveis para a o evento observado pelo grupo britânico. Leia aqui

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O Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná também criou um projeto de terapia com animais apelidado de “amigo bicho”, coordenado pelo Comitê de Humanização, com o mesmo objetivo do projeto divulgado nesta reportagem, mas com a proposta de também atender adultos em diversas unidades de internação.

Entre os dois projetos há uma diferença: no Hospital de Clínicas da UFPR admite-se apenas cães de raças reconhecidamente dóceis e que passam por um treinamento, além, é claro, de todos os cuidados com vacinação, higiene e etc. Gato não entra (acho que por enquanto).

Em 19 de novembro de 2014, alguns integrantes do projeto (oito golden retriever, um schnawzer e uma cadela lhaza-apso) visitaram as crianças da Cirurgia Pediátrica fantasiados de renas de Papai-Noel (imagens abaixo).

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Leia aqui

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O Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná também criou um projeto de terapia com animais apelidado de “amigo bicho”, coordenado pelo Comitê de Humanização, com o mesmo objetivo do projeto divulgado nesta reportagem, mas com a proposta de também atender adultos em diversas unidades de internação.

Entre os dois projetos há uma diferença: no Hospital de Clínicas da UFPR admite-se apenas cães de raças reconhecidamente dóceis e que passam por um treinamento, além, é claro, de todos os cuidados com vacinação, higiene e etc. Gato não entra (acho que por enquanto).

Em 19 de novembro de 2014, alguns integrantes do projeto (oito golden retriever, um schnawzer e uma cadela lhaza-apso) visitaram as crianças da Cirurgia Pediátrica fantasiados de renas de Papai-Noel (imagens abaixo).

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Será? Pelo que aprendi no curso de Pós-graduação Stricto em Bioinformática, a IA (inteligência artificial) não parece tão poderosa assim. Leia aqui

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Para Hawking, Inteligência Artificial pode acabar com mundo

O físico e cosmólogo britânico Stephen Hawking, um dos cientistas mais importantes do mundo, afirmou que o desenvolvimento de tecnologias que utilizem a Inteligência Artificial (IA) podem colocar fim à raça humana.

O cientista fez a declaração à BBC, ao ser questionado sobre a tecnologia que utiliza para se comunicar e que envolve uma forma básica de IA. Hawking sofre de uma doença motora relacionada à Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e usa um sistema desenvolvido pela Intel para conversar. A nova tecnologia, criada em colaboração com a empresa britânica Swiftkey, averigua como o professor pensa e sugere palavras que ele queira utilizar. O britânico afirmou que as formas primitivas de AI desenvolvidas até agora têm sido muito úteis, mas teme consequências catastróficas para os humanos a partir de tecnologias que possam nos superar. “Poderia funcionar sozinha, redesenhar-se e fazer isso a um ritmo crescente. Os humanos, que estão limitados por uma lenta evolução biológica, não poderiam competir e seriam substituídos”, advertiu o professor.

Durante a entrevista, ele ainda debateu sobre os benefícios e os perigos de usar a internet e pediu que as companhias do setor “façam mais para combater a ameaça” do terrorismo. Porém, ele admitiu que isso “é difícil de fazer sem sacrificar as liberdades e a privacidade” dos usuários.

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