Está aí, muito bem explicado, porque o software livre não “decola” no Basil: desonestidade, ganância, imperialismo, falta de vergonha na cara de empresários, PARLAMENTARES, (dês)governo e, principalmente, usuários. Os empresários querem apenas faturar com as licenças do M$-rWindows. Os parlamentares ao invés de fazerem leis duras e sérias que incentivem a indústiria nacional, o software livre e a autonomia brasileira na área de informática, estão preocupados apenas em quanto lucrarão, em propinas, vendendo-se à Micro$oft. O (dês)governo apenas criou o programa com fins eleitoreiros e não o fiscaliza e o usuário que, se achando muito esperto, compra um PC com Linux, pois é mais barato, e coloca uma cópia pirateada do M$-rWindows. Se não existisse o usuário burro e metido a espertalhão, o software livre teria tudo para dominar o Brasil, mas, como sempre, o Brasil fica a mercê de gente BURRA e desonesta. Leia mais…
abril, 2009
Tal anedotário é obra de um Tenente Coronel da PM, que recentemente expôs o conteúdo de seu livro no Programa do Jô Soares, informando que todas as frases foram originalmente coletadas dos livros e relatórios de registro policial. Leia mais…
Um pouco de humor. Leia mais… Leia mais…
Isso é óbvio e lógico. Qualquer um com um mínimo de conhecimento em bioquímica sabe que anticoncepcional tem estrogênio, que é antagonista da testosterona, o hormônio masculino e responsável pelo desenvolvimento da musculatura. Leia mais…
É um livro do escritor Iakov Lentsman, editado em Lisboa pela Caminho, sobre as origens da seita cristã iniciada entre pescadores judeus. Leia mais…
Quando eu era criança, nos anos 1950, óleo de fígado de bacalhau era muito bom para a saúde, embora péssimo para a vida. Leia mais…
“Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras”. Leia mais…
O canal endocervical é recoberto por uma única camada de células colunares altas, secretoras de muco. O revestimento epitelial no canal penetra em pregas as quais podem ser grossas e longitudinais ou mais finamente agrupadas, como vilos capilares. Este aspecto é visto em 1.

14. Epitélio colunar endocervical normal. Neste corte a parte superficial de uma cripta é vista cortando a superfície mas, devido ao plano de secção, o restante da cripta parece uma estrutura glandular no estroma. É importante lembrar que o revestimento epitelial “glandular” no estroma endocervical é contínuo com a superfície do epitélio. (H &E, x 40)

15. Células colunares endocervicais. Células colunares endocervicais podem esfoliar como células isoladas (ver 45) mas é mais comum para esfoliação ocorrer como fragmentos de tecidos. Neste campo as células são vistas em grumos, apresentando aspecto de favo de mel, mas em uma das bordas três células são vistas em perfil. (x 80)

16. Células colunares endocervicais. Neste campo as faixas de células colunares endocervicais são todas vistas em perfil. Elas têm núcleo basal com citoplasma espumoso. Em algumas células pode ser reconhecida placa terminal e cílios. (x 80)

17. Células colunares endocervicais. Em grande aumento é possível comparar o padrão de cromatina nuclear da célula escamosa normal com a célula colunar endocervical. Nas últimas a cromatina é mais granular, com condensação da membrana. (x 80)
[Voltar]

