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Introdução

Um dos problemas mais sérios que as meninas enfrentam durante a puberdade é a ansiedade das mães.

Elas querem ver a menina se tornar moça rapidamente e ficam em cima da criança cobrando, investigando, “rezando” para que tudo dê certo e, quando a “coisa” não vai bem do jeito que elas – mães, acham que deveria ir, entram em pânico e, ao invés de ajudar a menina nesta ponte que ela têm que atravessar rumo à idade adulta, acabam atrapalhando o pleno desenvolvimento psíquico dela, ao projetar toda a ansiedade que investem no desenvolvimento de sua pimpolha.

Baseado em minha experiência psicoterapêutica com púberes e adolescentes em consultório, coloco esta pequena colaboração a disposição das mães que têm dúvidas e temores em relação ao desenvolvimento de suas meninas.

Caso tenham qualquer dúvida, cliquem no ícone da caixa de correio e enviem sua mensagem que, na medida do possível, responderei a todas as dúvidas.

Finalizando, deixo claro que as imagens contidas neste artigo foram todas retiradas de livros técnicos e didáticos, listados na sessão referências bibliográficas e leituras recomendadas. Algumas imagens foram retiradas do Altavista, do Radar UOL, do Cadê?, do Zeek, do ProKuraAki, do Achei, do Google Images, do Lycos e de artigos encontrados na web durante todos os anos de navegação na rede em busca de material mais atualizado, além do que eu já possuia.

Boa leitura, boa sorte com suas filhas e JUÍZO, para não colocar a puberdade e o desenvolvimento pleno de sua filha em perigo!!!

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Citologia cérvico-vaginal
1 de setembro de 2008 | Autor:

Este tópico é uma contribuição gratuita a todos os profissionais da área de saúde e demais interessados no assunto.

Clique nas miniaturas para ver as imagens em tamanho maior.

Boa leitura e bom proveito.

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As trapalhadas da NASA
16 de agosto de 2008 | Autor:

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Artigos diversos
16 de agosto de 2008 | Autor:

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Informática
16 de agosto de 2008 | Autor:

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Categoria(s): Notícias |  Comente
Referências bibliográficas
9 de agosto de 2008 | Autor:

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Malformações
9 de agosto de 2008 | Autor:

Malformação é um caráter que compromete a integridade de uma pessoa (2:11) e pode ser eliciada por diversos fatores. Leia mais…

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A terceira semana
9 de agosto de 2008 | Autor:

1 Gastrulação

É o estágio seguinte à blastulação e caracteriza-se principalmente pela ocorrência de movimentos celulares (invaginações). Na invaginação o polo vegetativo é empurrado para dentro, ocupando o espaço da blastocele, formando, com isso, a gastrocele que é o intestino primitivo que formará o intestino e por isso chamado de arquêntero. O arquêntero possui uma abertura para o exterior, que é o blastóporo. Após a gastrulação surgem esboços de órgãos (5).

Ernest Von Baer  criou a teoria dos folhetos germinativos, dos quais nascem os órgãos (5).

Incialmente, pela invaginação, surgem dois folhetos, a ectoderme por fora e a endoderme por dentro. Esta gástrula é dita didérmica. A endoderme se invagina e forma a mesoderme, o terceiro folheto. Esta é a gástrula tridérmica (5).

Segundo a teoria de Von Baer, a ectoderme originará o tecido nervoso e o epitelial, a mesoderme formará o aparelho gênito-urinário e de células derivadas da mesoderme, o mesênquima, formar-se-á o tecido conjuntivo, e da endoderme surgirá o sistema digestivo, respiratório e algumas glândulas e órgãos (5).

A notocorda se formará da região dorsal do blastóporo e terá função de sustentação primitiva no embrião, desaparecendo com o desenvolvimento embrionário (5).

2 Neurulação

Durante ou após a gastrulação, ocorrem três acontecimentos simultâneos e de grande importância: 1. a formação do tubo neural, 2. a formação da mesoderme e, 3. a formação da notocorda. A estrutura embrionária resultante é a neurula e a fase se chama neurulação (5).

 3 Formação do tubo neural

Na região dorsal da gástrula existe um conjunto de células da ectoderme existe um conjunto de células da ectoderme chamada placa neural. Estas células se aprofundam e destacam-se da ectoderme sendo recobertas por esta última. A placa neural forma agora um sulco ou goteira neural que posteriormente se fecha para formar o tubo neural que agora fica sob a ectoderme e acima da endoderme (5).

4 Formação da mesoderme

Na porte posterior do arquêntero formam-se duas bolsas laterais que posteriormente se estrangulam ficando livres, uma em cada lado, formando as duas bolsas mesodérmicas contendo cada uma a sua cavidade celomática. As duas bolsas crescem para baixo e acabam fundindo-se, formando uma enorme bolsa entre a ectoderme e a endoderme (5).

5 Formação da notocorda

No teto do arquêntero existe um conjunto de células da endoderme que destacar-se-á da mesma, constituindo a notocorda que é um eixo de sustentação, ficando por cima do tubo digestivo e abaixo do tubo neural, estendendo-se longitudinalmente ao longo do corpo do embrião (5).

Na espécie humana a notocorda será substituída pela coluna vertebral (5).

Existe uma controvérsia entre os embriologistas no que tange à formação da notocorda, pois alguns dizem que ela se origina do nó de Hensen, localizado na ectoderme (2:130 e 5).

no_de_hensen

Na terceira semana a mesoderme começa a se espessar ao redor da notocorda formando três mesodermes: 1. lateral, 2. intermediária e, 3. para-axial:

no_de_hensen2

 Cada um desses mesodermas tem destinos diferentes e aos poucos o mesoderma se divide por fusão das fendas (delaminação):

no_de_hensen3

Dos dois folhetos formam-se membranas. De 1 forma-se a somatopleura, que formará os revestimentos parietais, e de 2, formar-se-á a esplancnopleura, esta formando os revestimentos viscerais.

 O mesoderma parietal ou para-axial separa-se do intermediário, formando o aparelho urogenital. No para-axial aparecem reabsorções celulares formando pequenos espaços, originando segmentos denominados somitos. O primeiro par de somitos aparece no vigésimo primeiro dia e formar-se-ão de 38 a 44 pares, assim distribuidos:

  • 4 pares occiptais.
  • 8 pares cervicais.
  • 12 pares toráxicos.
  • 5 pares lombares.
  • 5 pares sacrais.
  • 8 a 10 pares coccigeanos.

 Com a evolução, desaparecerão o primeiro par occiptal e de 5 a 7 pares coccigeanos. Os somitos formarão as vértebras, costelas e outros ossos segmetandos (5).

 Quando se vai ao açougue, deve-se pedir um quilo de somitos (derivados) ao invés de um quilo de costela.

 Formam-se três pares de somitos a cada dia e assim pode-se contar a idade do embrião pelo número de pares de somitos formados (5).

 No interior dos somitos surge uma cavidade efêmera chamada miocele, que provavelmente esteja associada à divisão do somito. Os somitos se deividem em dorsais e ventrais, e respectivamente em dorso-laterais e dorso-mediais. Na parte dorso-lateral (dermato-miótono) formam-se os tecidos musculares e as aponeuroses, enquanto na parte ventro-medial (esclerótono), originar-se-á os tecidos conjuntivos (ósseo, de revestimento, e etc.) (5).

 Do 21º ao 30º chama-se período somítico e da 4ª à 8ª semana denomina-se período embrionário propriamente dito. Este é o período da organogênese, no qual os órgãos se formarão, à exceção do coração, que se formou antes, de acordo com o seguinte destino dos folhetos embrionários proposto por Von Baer:

Este é o período mais importante e de maior risco. Nesta fase o embrião deixa de ter a forma de disco para se transformar em cilindro, graças à formação dos órgãos (5).

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A segunda semana
9 de agosto de 2008 | Autor:

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9 de agosto de 2008 | Autor:

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